quarta-feira, 2 de julho de 2008
segunda-feira, 30 de junho de 2008
Yesterday
But I didn't stop, 'cause you was walkin' the opposite way
I guess I coulda' shouted out ya name
But even if it was you, I don't know what I would say
We could sit and reminisce about the old school
Maybe share a cigarette, because we both fools
Chop it up and compare perspectives
Life, love, stress and set-backs, yes
So you could tell me how hard you had it
And you could show me all the scars to back it
And we could analyze each complaint
Break it down and explain these mistakes I make
I like to tangle up the strings of the puppetry
But you knew me back when I was a younger me
You seen Sean in all types of light
And I've been meanin' to ask you if I'm doin' alright
Yesterday
Was that you? Looked just like you
Strange thangs my imagination might do
Take a breath, reflect on what we been through
Or am I just goin' crazy 'cause I miss you?
Was that you? Looked just like you
Strange thangs my imagination might do
Take a breath, reflect on what we been through
Or am I just goin' crazy 'cause I miss you?
I'm shook, I know, I pushed when I shoulda' pulled
Took it all back if I could, I put that on my soul
And I would make a top-notch good listener
If you could block-off a little time out to give it here
Since we went our separate paths
I've hit a couple snags that remind me of the past
I can't front, I'm havin' a blast
But damned if I ain't afraid of how long it's gonna last
Sittin' here wishin' we could kick it
Give me your opinions, I do miss your criticisms
I didn't mean to be distant, make a visit
I'll wait up and keep the coffee brewin' in the kitchen
But who am I jokin' wit'?
There's no way that you and I will ever get to re-open it
It doesn't matter, this is more than love
And maybe if I'm lucky, get to see you out the corner of
Took it all back if I could, I put that on my soul
And I would make a top-notch good listener
If you could block-off a little time out to give it here
Since we went our separate paths
I've hit a couple snags that remind me of the past
I can't front, I'm havin' a blast
But damned if I ain't afraid of how long it's gonna last
Sittin' here wishin' we could kick it
Give me your opinions, I do miss your criticisms
I didn't mean to be distant, make a visit
I'll wait up and keep the coffee brewin' in the kitchen
But who am I jokin' wit'?
There's no way that you and I will ever get to re-open it
It doesn't matter, this is more than love
And maybe if I'm lucky, get to see you out the corner of
Was that you? Looked just like you
Strange thangs my imagination might do
Take a breath, reflect on what we been through
Or am I just goin' crazy 'cause I miss you?
Strange thangs my imagination might do
Take a breath, reflect on what we been through
Or am I just goin' crazy 'cause I miss you?
And when you left, I didn't see it comin'
I guess I slept, it ain't like you was runnin'
You crept out the front door slow
And I was so self-absorbed I didn't even know
And by the time I looked up it was booked up
Put it all behind you, the bad and the good stuff
A whole house full of dreams and steps
I think you'd be impressed with the pieces I kept
You disappeared but the history is still here
It's why I try not to cry over spilt beer
I can't even get mad that you're gone
Leavin' me was probably the best thing you ever taught me
I'm sorry, it's official
I was a fist-full, I didn't keep it simple
Chip on the shoulder, anger in my veins
Had so much hate, now it brings me shame
Never thought about the world wit'out you
And I promise that I'll never say another bad word about you.
I guess I slept, it ain't like you was runnin'
You crept out the front door slow
And I was so self-absorbed I didn't even know
And by the time I looked up it was booked up
Put it all behind you, the bad and the good stuff
A whole house full of dreams and steps
I think you'd be impressed with the pieces I kept
You disappeared but the history is still here
It's why I try not to cry over spilt beer
I can't even get mad that you're gone
Leavin' me was probably the best thing you ever taught me
I'm sorry, it's official
I was a fist-full, I didn't keep it simple
Chip on the shoulder, anger in my veins
Had so much hate, now it brings me shame
Never thought about the world wit'out you
And I promise that I'll never say another bad word about you.
A
quarta-feira, 25 de junho de 2008
Piece of Paper
I don't wanna be your friend
I just wanna be your lover
No matter how it ends
No matter how it starts
Forget about your house of cards
And I'll do mine
Forget about your house of cards
And I'll do mine
Fall off the table,
And get swept under
Denial, denial
The infrastructure will collapse
From carpet spikes
Throw your keys in the bowl
Kiss your husband 'good night'
Forget about your house of cards
And I'll do mine
Forget about your house of cards
And I'll do mine
Fall off the table,
And get swept under
Denial, denial
Denial, denial
Your ears are burning
Denial, denial
Your ears should be burning
Denial, denial
quarta-feira, 21 de maio de 2008
If...
If we kiss the last hour
Will you stay if we kiss
I sit on a corner
Watching people passing by
I walk in a crowd
Looking for one.
Will you stay if we kiss
I sit on a corner
Watching people passing by
I walk in a crowd
Looking for one.
F.
domingo, 18 de maio de 2008
Péssimo Executante
Olho para todos os lados
Ignoro palavras familiares
Vejo novos sorrisos
E tu? Onde estás tu?
Foste, partiste
Só, na terra batida
Infértil.
Sei e relembro
Que foi precisamente aqui
Que te vi
A primeira vez
Tão estranho às minhas entranhas.
Uma esperança renovada
O pedido tão longínquo
A resposta tão tardia.
Se eu te pudesse dizer
Aquilo que vejo nos teus olhos,
Se eu pudesse perceber
Quem és...
Enquanto alguém vive a sua pele
Tu e eu estamos no meio
E vamos trocando nadas.
Porque não falas?
Porque não te mexes?
Falta tanto para te abraçar...
Notícia
Eu não posso,
Não quero esperar por ti,
Tenho algo que me é intrínseco
E se move assim
Tão rapidamente.
Não posso estar constantemente
Presa a um futuro incerto
A um sentimento remoto.
Só aquilo que é deformado
Me interessa,
E agora existe outra porta
Outra resposta
Que eu esperei durante tanto tempo...
E o tempo?
Esse urge,
É preciso saber o que fazer,
A quem me dedicar,
De quem abdicar?
Não posso esperar por ti,
Chorar mais por ti.
Chora tu desta vez,
Sofre tu desta vez,
Revolta-te tu desta vez
Que eu preciso beber de outra água.
Não quero esperar por ti,
Tenho algo que me é intrínseco
E se move assim
Tão rapidamente.
Não posso estar constantemente
Presa a um futuro incerto
A um sentimento remoto.
Só aquilo que é deformado
Me interessa,
E agora existe outra porta
Outra resposta
Que eu esperei durante tanto tempo...
E o tempo?
Esse urge,
É preciso saber o que fazer,
A quem me dedicar,
De quem abdicar?
Não posso esperar por ti,
Chorar mais por ti.
Chora tu desta vez,
Sofre tu desta vez,
Revolta-te tu desta vez
Que eu preciso beber de outra água.
quinta-feira, 31 de janeiro de 2008
Afinal quebramos os dois...

Segura o café
Não o deixes cair
Larga a colher
Não me deixes partir.
Um espaço sagrado foi violado
As mãos trementes
Olhos vagos
Quebraram o silêncio falado.
Um voto foi quebrado
As mãos trementes
Olhos vagos
Quebraste a minha certeza.
Olho-te, olho-me
Penso o quanto isto é ridículo
Quem és tu?
Estamos apertados
Nesta porta que roda
E não nos deixa sair.
Estou aqui,
No quarto escuro
No baloiço seguro
Por ti.
Olha-me quando chegares,
Beija-me quando gostares de me ver,
Não tenhas medo de ser diferente
Sê quente, sê ardente
Sê outro alguém.
"É quase pecado que se deixa, Quase pecado que se ignora."
segunda-feira, 28 de janeiro de 2008
O último banho
Horizonte, água, cheiro
Suor, sol, luz por inteiro.
Se penso em ti
Lembro-me que me abandonaste
Se penso em ti
Lembro-me que me deixaste
Afogada na tua luz...
Se mergulho nesta água
Se me deito nesta cama
Sonho apenas contigo
E quando chego à superfície
E respiro
Esqueci que estive contigo.
Quando não te vejo
Quando não te falo
Quando não te toco
Quando não te sei os traços
Sinto-me novamente,
Sou feliz.
Só não entendo porque me cantaste na pele, naquele último banho, o voto de efemeridade,
Como quem jura eternidade na boca do presente.
Suor, sol, luz por inteiro.
Se penso em ti
Lembro-me que me abandonaste
Se penso em ti
Lembro-me que me deixaste
Afogada na tua luz...
Se mergulho nesta água
Se me deito nesta cama
Sonho apenas contigo
E quando chego à superfície
E respiro
Esqueci que estive contigo.
Quando não te vejo
Quando não te falo
Quando não te toco
Quando não te sei os traços
Sinto-me novamente,
Sou feliz.
Só não entendo porque me cantaste na pele, naquele último banho, o voto de efemeridade,
Como quem jura eternidade na boca do presente.
domingo, 27 de janeiro de 2008
Espirituosas...
Quando não te vejo
Não te ignoro
Ou não te olho nos olhos
Sinto-me vazia.
És o meu público
Em faces te desfazes
Em laços me trazes
Ao palco
Para com palmas eu conseguir tremer.
Não sei, não quero perceber
Quero esquecer o passado magoado.
Quero reconhecer-me
Quero gritar-te aos ouvidos
Que me expliques esse teu súbito interesse,
Ou aquele desinteresse por te deixares tocar,
És sempre assim...
Onde estavas tu?
Porque não me foste ver?
Porque não me deixaste ser
Para ti o céu
Para ti a lua
Para ti o traço da traça
Que percorre a luz da memória,
Numa história que te contei sexta-feira à noite.
És meu presságio,
És meu sem eu saber
És meu plágio,
És meu sem eu saber.
Eu sei, sou a primeira,
Outra vez a primeira,
Mas tu já não és defeito
Fazes parte da selecção natural da minha triste cabeça,
És mais um demente, doente
Que quero curar.
Vais sendo parte de outras escadas,
De outras moradas que também não compreendo,
Mas ao menos tens os pés no chão,
Queres fazer crescer coisas
És uma espécie de deus,
Não um deus a extinguir a sua espécie...
Não te ignoro
Ou não te olho nos olhos
Sinto-me vazia.
És o meu público
Em faces te desfazes
Em laços me trazes
Ao palco
Para com palmas eu conseguir tremer.
Não sei, não quero perceber
Quero esquecer o passado magoado.
Quero reconhecer-me
Quero gritar-te aos ouvidos
Que me expliques esse teu súbito interesse,
Ou aquele desinteresse por te deixares tocar,
És sempre assim...
Onde estavas tu?
Porque não me foste ver?
Porque não me deixaste ser
Para ti o céu
Para ti a lua
Para ti o traço da traça
Que percorre a luz da memória,
Numa história que te contei sexta-feira à noite.
És meu presságio,
És meu sem eu saber
És meu plágio,
És meu sem eu saber.
Eu sei, sou a primeira,
Outra vez a primeira,
Mas tu já não és defeito
Fazes parte da selecção natural da minha triste cabeça,
És mais um demente, doente
Que quero curar.
Vais sendo parte de outras escadas,
De outras moradas que também não compreendo,
Mas ao menos tens os pés no chão,
Queres fazer crescer coisas
És uma espécie de deus,
Não um deus a extinguir a sua espécie...
quinta-feira, 24 de janeiro de 2008
domingo, 20 de janeiro de 2008
Achei piada
De tão parados e frios
Sozinhos em triste estado
Ficámos à espera de nossos padrinhos
Embriagados.
Tive de abrir a minha boca
Tive de me aperceber do teu olhar
Tive de te tocar
Tive de te insultar
E tive de te ofertar minha saliva.
É tédio?
É frustração?
Mal te conheço
Já pareces desilusão...
Olha para mim
Assim
Sem medo
Conhece-me
Desvenda-me com teus dedos.
Ri-te para mim
Amante sarcástico
Que a lua já vai alta
E os oboés já se calaram.
É findo o tempo
É chegada a ocasião
Chega teu corpo ao meu
Dá-me a tua mão...
Vamos para tua casa.
segunda-feira, 7 de janeiro de 2008
domingo, 6 de janeiro de 2008
Por Hécuba!
"O que é Hécuba para ele ou ele para Hécuba,
Para que ele assim deva chorar por ela?
Que faria ele se tivesse uma causa e um motivo de paixão
Iguais àqueles que eu tenho?
Inundaria com as suas lágrimas o palco,
Rasgaria todos os ouvidos com terríveis palavras,
Enlouquecendo os culpados, alarmando os que estão livres,
Confundindo os ignorantes, transtornando
As próprias faculdades da vista e do ouvido."
Para que ele assim deva chorar por ela?
Que faria ele se tivesse uma causa e um motivo de paixão
Iguais àqueles que eu tenho?
Inundaria com as suas lágrimas o palco,
Rasgaria todos os ouvidos com terríveis palavras,
Enlouquecendo os culpados, alarmando os que estão livres,
Confundindo os ignorantes, transtornando
As próprias faculdades da vista e do ouvido."
W.S., Hamlet
Horse Tears

Night has fallen
Mute and cold
My horse is crying
But you know there is time
But you know there is time
But you'll never learn
Keep you safe
Dare to come
But you love me still
But you'll never learn
Tears to come
You have dammed me
But you're the one
That you're forever
And they stare
But you know
That there's strength
And you love a knight
Who stewed out those tears
Years to come
But you love the tears
And you love the tears
quinta-feira, 3 de janeiro de 2008
Memória

Há algo de errado no chão do quarto
No chão do meu irmão
Há algo de cintilante no chão do quarto
No chão da tua mão
Há algo de vibrante no chão do quarto
No chão das minhas angústias
Há algo de feminino no chão do quarto
No chão das coisas justas.
Porque no chão já não acontece nada
Porque no chão já se apagou minha lágrima
E permanece algo de errado
No chão de um ano passado
No chão da minha voz
Vestígio da minha antiga estrela.
Há algo de novo no chão do quarto
No chão da família
Há algo de cantábrico no chão do quarto
No chão do futuro fogoso
Há algo de estrangeiro no chão do quarto
No chão de olhares novos e potentes
Há algo de masculino no chão do quarto
No chão das coisas quentes.
Porque no chão esqueci tudo
Porque no chão quebrei minha identidade
E permanece algo de errado
No chão de um ano adivinhado
No chão da minha alma
Vestígio da minha antiga mágoa.
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